dismiss-alert
header-area-background-wrapper
site-banner
center-left-menu

Como funciona?

1 min de video
center-right-menu

Panamá

A República do Panamá é um país no extremo sul da América Central. As receitas provenientes das portagens do canal continuam a representar uma parte significativa do PIB do Panamá, apesar de os setores do comércio, bancário e do turismo serem setores importantes em crescimento. O Panamá tem a segunda maior economia da América Central e apresenta ainda o mais rápido crescimento económico e o maior consumo per capita da América Central.

Setor Bancário no Panamá

A economia do Panamá tem registado o mais rápido crescimento e a melhor gestão na América Latina. Com uma longa história como um centro bancário offshore, Panamá é considerado o «coração» financeiro de toda a América Central e do Sul. Os bancos do Panamá beneficiam de uma reputação global de confidencialidade e estabilidade.

História

No século XVI, o Império espanhol conquistou as tribos indígenas do Panamá. Rodrigo de Bastidas, a navegar para oeste desde a Venezuela em 1501 em busca de ouro, foi o primeiro europeu a explorar a Panamá. Subsequente, o Panamá esteve sob domínio espanhol durante 300 anos. Em 1671, o corsário Henry Morgan, ao serviço do governo inglês, saqueou e queimou a cidade do Panamá. Em 1744, o Bispo Francisco Javier de Luna Victoria DeCastro fundou o colégio de San Ignacio de Loyola e, em 3 de junho de 1749, fundou La Real y Pontificia Universidad de San Javier. No entanto, por esta altura, a importância e influência do Panamá tornou-se insignificante com a diminuição do poder de Espanha na Europa e os avanços na técnica de navegação que permitiam cada vez contornar o Cabo Horn para chegar ao Pacífico. Nos primeiros oitenta anos após a independência em relação a Espanha, o Panamá era uma região da Colômbia, desde que voluntariamente a ela se juntou no final de 1821. O povo do istmo fez várias tentativas de separação, quase o conseguindo em 1831 e novamente durante a Guerra dos Mil Dias entre 1899 e 1902. Quando o Senado da Colômbia rejeitou o Tratado Hay-Herrán, os Estados Unidos decidiram apoiar o movimento de independência do Panamá. Em novembro de 1903, o Panamá proclamou sua independência. Atualmente, o Panamá é considerado o centro financeiro da América Latina e um dos principais centros financeiros do mundo.

Instituições Bancárias

O Panamá tem mais de 220 bancos comerciais, 37 depositários autorizados e várias empresas licenciadas para serviços monetários. A Comissão Bancária Nacional é o organismo regulador da atividade bancária no Panamá, regulado pela lei "Superintendencia de Bancos Panamá". O Panamá é considerado globalmente como um dos principais centros financeiros do mundo. O setor bancário do Panamá é encarado como um dos mais estáveis, seguros e de alta qualidade a nível mundial.

Legislação e Regulamentação

A Comissão Bancária Nacional do Panamá é responsável por toda a supervisão regulamentar no Panamá. Vários departamentos da NBC possuem vários mandatos regulamentares para supervisionar as atividades dos bancos nacionais, dos bancos estrangeiros, bem como das empresas de serviços financeiros e outras instituições financeiras. A Superintendencia de Bancos Panamá supervisiona as Operações de Tesouraria, Informações de Gestão e Contabilísticas, bem como as transações Cambiais. O cenário político é dominado por dois grandes partidos e vários partidos menores, muitos dos quais mais impulsionados por líderes individuais do que por ideologias. Os Estados Unidos colaboram com o governo do Panamá na promoção do desenvolvimento económica, político, de segurança e desenvolvimento social através de organismos internacionais e dos E.U.A.. Os laços culturais entre os dois países são fortes e muitos panamenses deslocam-se para os Estados Unidos para frequentar o ensino superior e formação avançada.

Sigilo Bancário

O Panamá está classificado na 11ª posição no Índice de Sigilo Financeiro de 2014, o que o coloca no topo da escala de sigilo. O Panamá é responsável por mais de 5% do mercado global de serviços financeiros offshore, pelo que é um importante operador entre as jurisdições que praticam o sigilo, com um potencial muito elevado de crescimento futuro dada a estabilidade e a qualidade dos serviços bancários. Como uma das principais jurisdições bancárias a nível mundial, encarada como das mais estáveis para fazer depósitos ou guardar ativos, o Panamá participa plenamente na comunidade financeira internacional moderna.

Pagamentos Eletrónicos

O Panamá é membro da Sociedade de Telecomunicações Financeiras Interbancárias Mundiais (SWIFT). A rede SWIFT é o mais seguro e protegido sistema para transações financeiras a nível mundial.

Serviços Bancários

A SFM está associada a uma rede alargada de bancos privados e importantes no Panamá. Todos os bancos para os quais remetemos os nossos clientes oferecem uma plataforma bancária internacional, com contas com várias divisas (£, € e $), além de banca online e cartões de crédito/débito. Tenha em atenção que a sua presença física será necessária para o procedimento de abertura de conta.

Depois de concluída o seu pedido, ser-lhe-á atribuído um gestor de conta que o irá orientar nos procedimentos de abertura da conta bancária. Em seguida, vamos selecionar consigo, de forma criteriosa, entre os nossos principais parceiros, aquele que se adaptar exatamente às suas necessidades.

Quais os documentos necessários para abrir uma conta bancária?

O Banco terá de confirmar a identidade e morada de todos os clientes que abram contas bancárias. Os signatários e beneficiários efetivos terão de apresentar os seguintes documentos, que serão tratados como confidenciais:

  • Cópia autenticada do passaporte
  • Fatura de serviços certificada (que não tenha mais de 3 meses)
  • Carta de referência bancária original (que não tenha mais de 3 meses)
  • Extratos bancários originais (de pelo menos 6 meses)

Em caso de contas bancárias empresariais, o banco irá também solicitar um conjunto de documentos certificados da empresa, que consistirá em:

  • Certidão de registo comercial
  • Pacto social e estatutos
  • Registo de acionistas e diretores
  • Um certificado de idoneidade ou certificado de incumbência se a empresa tiver mais de 12 meses
  • Últimas contas auditadas/perfil da empresa, se disponível

Enviar-lhe-emos por email, em anexo, os formulários bancários adicionais necessários para abrir a conta, os quais deverá assinar e devolver preferencialmente por correio especial (DHL, FedEx ou Chronopost), juntamente com os outros documentos acima referidos.

Stars